terça-feira, 16 de junho de 2009

O Amor...Como eu pude desenha-lo



Pode ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania. Depende de quando e como ele passa por mim.
Vale a pena ver o poema escrito através destas imagens em: http://empoemamento.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de junho de 2009




Primogênito. Numa das minhas noites insones ele nasceu. A partir deste os outros foram surgindo...

Mais Florais
















"O belo se faz presente em suas mãos e perante nossos olhos podemos prová-lo! Obrigada por toda poesia pintada!" (Palavras de minha amiga e poeta Lady, quando lhe presenteei com este quadro)

Bonecas ou donzelas...

" Uma noite de lua pálida e gerânios ele viria com boca e mãos incríveis tocar flauta no jardim. Estou no começo do meu desespero e só vejo dois caminhos: ou viro doida ou santa. Eu que rejeito e exprobo o que não for natural como sangue e veias descubro que estou chorando todo dia, os cabelos entristecidos, a pele assaltada de indecisão. Quando ele vier, porque é certo que vem, de que modo vou chegar ao balcão sem juventude? A lua, os gerânios e ele serão os mesmos - só a mulher entre as coisas envelhece. De que modo vou abrir a janela, se não for doida? Como a fecharei, se não for santa?" (Adélia Prado)

"Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudo...Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê. Quem sente não é quem é!" (Fernando Pessoa)
Quando se ama de verdade dá medo de dizer "eu te amo". "Confesso que até hoje só conheci dois sinônimos perfeito: Nunca e Sempre." (Mário Quintana)

domingo, 14 de junho de 2009

"Eu sou feita de madeira. Madeira, matéria morta. Mas não há coisa no mundo, mais viva do que uma porta."(Viníciu de Moraes)
Arte (Latim ARS, significando técnica e/ou habilidade) geralmente é entendida como a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e idéias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores.

O desenho é um suporte artístico ligado à produção de obras bidimensionais, diferindo, porém, da pintura e da gravura. Neste sentido, o desenho é encarado tanto como processo quanto como resultado artístico. No primeiro caso, refere-se ao processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta em geral, um lápis, caneta ou pincel (neste caso o mouse) e movendo-a, de forma a surgirem pontod, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida), portanto, também pode ser chamada de desenho. Desta forma, um desenho manifesta-se essencialmente como uma composição bidimensional formada por linhas, pontos e formas.O desenho envolve uma atitude do desenhista (o que poderia ser chamado de desígnio) em relação à realidade: o desenhista pode desejar imitar a sua realidade sensível, transformá-la ou criar uma nova realidade com as características próprias da bidimensionalidade ou, como no caso do desenho de perspectiva, a tridimensionalidade.

Arte digital ou Arte de computador é aquela produzida em ambiente gráfico computacional. Utiliza-se de processos digitais e virtuais. Tem o objetivo de dar vida virtual as coisas e mostrar que a arte não é feita só a mão. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura digital, gravura digital e desenho digital, entre outras. Os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional. Vários artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte pode ser feita nos ambientes digitais ou em mídias tradicionais

sábado, 13 de junho de 2009

Natureza

Caminhos Perfeitos... Momentos inesquecíveis!!
Na busca de retratar a natureza, dificilmente conseguirei faze-lo com total fidelidade. Certamente, o que meus olhos viram é muito mais belo e significativo do que estas formas e cores que aqui exponho.
Paizagens que marcaram minha mente e impressionam neste ato minhas própias mãos.

Portas e Janelas


Portas e Janelas

Janela... Oráculo da vida, mirante das estrelas e lua cheia, mas que pela manhã, descortinada, anuncia a chegada doa astro-rei. Janelas...Portas...Caminho das buscas, das quatro estações do ano, dos sonhos secretos da madrugada e, quando decorada pelas flores, é canto de passarinho ao amanhecer. E adormecida no quanto enquanto contemplo a vida ao entardecer...

Primeiros Florais

"Meu desenhos são todas assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero olhares sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero olhares adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa."

Dos variados...Os meus preferidos!

O amor que há nestes desenhos, é como a luz do dia, clareia o pensamento, anima o coração e enche a minha vida de alegria. O valor que há em tudo isso é tão caloroso e brilhante como o sol de verão, a cada dia, cada instante. O grande amor que aqui existe significa mais do que as palavras podem dizer, porque é um milagre que abençoa os dias que tenho pra viver.
Um dos milagres da minha vida.
Há lugares com os quais a gente sonha sempre.
Deles, criamos imagens que se transformam em ícones de nossos anseios.
Em minhas expedições reais e imaginárias,sempre em busca, encontrei muitos desses lugares.
Em alguns adentrei com o respeito reverente que se deve aos templos sagrados.
Outros, só os vislumbrei, perdidos no horizonte distante.
Uns e outros encontram-se, em parte, aqui, para compartilhar com vocês o que vi e senti nesses lugares mágicos (imaginários...às vezes) e nos momentos em que os eternizei em desenhos digitais.

domingo, 15 de junho de 2008


A renúncia de algo que gostamos muito e que desejamos com intensidade talvez seja uma das decisões mais cruéis de se tomar, especialmente quando se trata de relacionamentos. A perda é equivalente a um par de mortes: morre-se para alguém e mata-se alguém em nossa mente. Depois, é como se restasse apenas um lugar vazio com um vasto jardim sem vida, anoitecido e sem prenuncio de um amanhecer. Nessa hora até chorar é inviável, pois se teme que o choro não cesse nunca. O abrir mão é uma escolha de coragem, já que se sabe tão doloroso, mas com o tempo se percebe que o sacrifício voluntário rendeu outras perdas, perdeu-se também a angustia, a opressão, a instabilidade e a ilusão. A partir daí, aprende-se a recolher com gratidão as pequenas vitórias e a recomeçar mais uma vez, com disposição para um sonho novo.